26 de jul de 2017

EMPIRE OF SOULS: banda libera parte da discografia para audição gratuita


Com 22 anos de estrada, a lendária banda santista de Black Metal, EMPIRE OF SOULS, disponibilizou parte de sua discografia gratuitamente para audição nas principais plataformas de streaming.

Durante essas duas e longas décadas a horda lançou algumas demos, "Mr. Fear" (1996), "Mystic Lands" (1998) e "Triumph Of Death" (2000), e finalmente no ano de 2003 lançaram o full-length "Revenge Circle". A partir desse momento a banda teve o reconhecimento merecido sendo colocada como uma das melhores hordas no cenário do Black metal nacional. No ano de 2006 chegou a gravar e lançar a faixa “You Evoked Us” na coletânea Endless Massacre lançada pela Violent Records. Em 2009 devido a problemas pessoais a EMPIRE OF SOULS acabou dando uma parada, retornado aos palcos somente no ano de 2014 no tradicional evento Trinca dus Infernos. Já no ano de 2015, a banda lança o material mais recente, o Single intitulado “Si Vis Pacem, Para Bellum”. 


Os títulos que podem ser ouvidos via streaming são o full "Revenge Circle” (2003) e o single ”Si Vis Pacem, Para Bellum” (2015).

No momento a banda EMPIRE OF SOULS se prepara para retornar aos estúdios para dar prosseguimento às gravações de seu novo álbum, intitulado “Clame Por Seu Deu$”.

Para ouvir, basta visitar os links abaixo:



Sites relacionados:


FENRIR'S SCAR: preparando o lançamento do primeiro disco


O grupo campineiro de Alternative Metal FENRIR'S SCAR está em fase final de produção de seu primeiro álbum, que levará o nome da banda.

Formado por Desireé Rezende (voz), André Baida (voz), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Ildécio Santos (bateria) e Graziely Maria (teclado), o FENRIR'S SCAR investe em composições pesadas e modernas, mas melodicamente acessíveis.

Entre suas principais influências estão Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell, Amaranthe, Motionless In White e New Years Day.

O álbum está sendo gravado no estúdio Minster, em Campinas/SP, e conta com produção de Fabiano Negri (Rei Lagarto, Dusty Old Fingers) e coprodução de Ric Palma. 

Segundo Baida, principal compositor do septeto, "a sensação de gravar um disco é maravilhosa. Ver tudo aquilo que você apenas imaginava se tornar realidade é fantástico!” O vocalista completa: “Para mim, graças à internet é a chance de mostrar minha música para o mundo e, caso alguém se conecte emocionalmente com ela, já posso me considerar realizado!"

Com dois anos de existência, o FENRIR'S SCAR já lançou dois singles que foram muito bem aceitos pelos fãs do estilo.

O lançamento de FENRIR'S SCAR está previsto para a primeira quinzena de outubro.

Para saber mais sobre a banda visite: 



ARTICULADO: banda faz “intervenção extra” no Festival de Inverno de Paranapiacaba no sábado


Sábado a vila de Paranapiacaba (que está anexada a cidade de Santo André) terá o penúltimo dia do “XVII Festival de Inverno” (que começou no dia 22/07 e se encerrará no dia 30/07), com uma tarde dedicada ao bom e velho Rock’n’Roll. Entre as bandas que se apresentarão no “Espaço Rock”, estão nomes do ABC, como Statues On Fire, Rhino, DZK e Subviventes. O quarteto ARTICULADO estará fazendo uma “intervenção extra” às 19h (hora que se encerra o palco do “Espaço Rock”), no melhor estilo “do it yourself” – já que estarão montando o equipamento em algum canto próximo onde estará o público do rock, e mostrarão seu som (assim como a banda Der Baum). Embora a banda se apresente fora da programação oficial, o show foi autorizado pela Secretária de Cultura & Lazer da Prefeitura Municipal de Santo André.

Para mais informações, siga a página do evento:



Atualmente o ARTICULADO está trabalhando nas composições de seu novo álbum, com previsão de lançamento para o segundo semestre.

Formado em 2011 na região do ABC paulista, o ARTICULADO possui dois EP’s (“Regaste”/2011 e “Labirinto”/2014). A banda coleciona participações em festivais em São Paulo e no ABC, como Grito Rock ABC, Grito Alternativo, Juntomix, Roquefort, Thrash Attack, Cena Andreense. Além de shows ao lado de bandas como Tifú, Preto WO, Brothers of Brazil, Thihuana, Golpe de Estado, Glória, Paura, Worst, Krisiun, Ratos de Porão, Project 46 e Dead Fish.

Entre as produções já realizadas pelo ARTICULADO, destaca-se o single “Obrigação”, gravado no renomado estúdio Family Mob, com produção de André KBelo (DLC) e Jean Dollabella (Ego Kill Talent, Ex-Udora e Ex-Sepultura), parte do projeto da “Converse Rubber Tracks Brasil”.

Ouça “Obrigação”, aqui:




Conheça mais sobre a banda com o videoclipe de “Céu e Concreto”



Depois de passar por algumas mudanças na formação, o ARTICULADO se estabilizou com Jeferson (vocal), Rafael (guitarra), Adilson (baixo) e Marcel (bateria).

Siga o ARTICULADO em seus canais oficiais:


GRÁTIS: Rock de Kanduras, Depois da Tempestade e Thiago Romaro invade a Paulista


Cartão postal de São Paulo, a Avenida Paulista é um ponto de lazer aos fins de semana. Dando destaque a essa vocação, no dia 30 de julho (domingo), às 10h, o local recebe o ‘Rock na Paulista’, uma reunião de novos artistas do cenário independente. Na ocasião, o som da Kanduras, Depois da Tempestade e Thiago Romaro agita o público, com entrada gratuita.

Formada por Victor Birkett (voz), Rafael Gonçalves (guitarra), Dennys Andrade (guitarra), Diego Andrade (baixo), Maru Mowhawk (teclado) e Bruno Andrade (bateria), a Depois da Tempestade traz para a Avenida Paulista a turnê do disco de estreia “Multiverso”, produzido por André Freitas (Charlie Brown Jr., Bula, Urbana Legion, A Banca), que já passou também por Paraná e Santa Catarina. A sonoridade, que mistura elementos do rock alternativo, pode ser vista no repertório composto por canções do novo trabalho, como “Juno” e “Sobre viver”, e também músicas do EP “Mutáv3l” (2015).

A união do melhor do indie rock, reggae e música brasileira: essa é a combinação inusitada da Kanduras. Formada por Raphael Thebas (voz e guitarra), Vitor Placucci (guitarra), Marcelo Gasperin (baixo) e Junior Breed (bateria), a banda paulistana toca ao público as faixas do EP “Caminhar” (2016), produzido por Sami Orra, e o novo single “O Que Você Decora?”, que antecipa o lançamento do primeiro álbum.

Quem também se apresenta é o cantor e compositor Thiago Romaro. Ao lado de músicos como Sami Orra (guitarra) e Luiz Cláudio (baixo), ele toca as faixas do trabalho “O Rei do Asfalto”, disponível nas principais plataformas de música na internet.

O ‘Rock na Paulista’ acontece na altura do número 2073, em frente ao Conjunto Nacional. A classificação é livre.


Serviço

Rock na Paulista
Data: 30/07/2017 (domingo)
Horário: de 10h às 14h
Endereço: Avenida Paulista, 2073 (em frente ao Conjunto Nacional) – São Paulo/SP
Entrada: Gratuita
Classificação: livre

SOULSPELL METAL OPERA - The Second Big Bang (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Tracklist:

1. Time to Set You Free
2. The Second Big Bang
3. The End You’ll Only Know at the End
4. Dungeons and Dragons
5. Horus’s Eye
6. Father And Son
7. White Lion of Goldah
8. Game of Hours
9. Super Black Hole
10. Sound of Rain
11. Soulspell (Apocalypse Version)
12. Alexandria (Apocalypse Version)


Banda:


Jeff Albert - Vocais em “Time to Set You Free”, “The Second Big Bang”, “Dungeons and Dragons”, “White Lion of Goldah”, “Game of Hours”, e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Andre Matos - Vocais em “The Second Big Bang”, “White Lion of Goldah”, “Soulspell (Apocalypse Version), e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Timo Kotipelto - Vocais em “The Second Big Bang”, “The End You’ll Only Know at the End”, e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Carlos Ferri - Vocais em “The Second Big Bang”
Blaze Bayley - Vocais em “The Second Big Bang” e “The End You’ll Only Know at the End”
Daísa Munhoz - Vocais em “The Second Big Bang”, “The End You’ll Only Know at the End”, “Dungeons and Dragons”, “Father and Son”, “White Lion of Goldah”, “Game of Hours”, e “Sound of Rain”
Pedro Campos - Vocais em “The End You’ll Only Know at the End”, “Father and Son”, e “White Lion of Goldah”
Fabio Lione - Vocais em “Dungeons and Dragons”, “Super Black Hole”, e “Soulspell (Apocalypse Version)
Victor Emeka - Vocais em “Dungeons and Dragons” e “Sound of Rain”
Ralf Scheepers - Vocais em “Horus’s Eye”, “White Lion of Goldah”, e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Dani Nolden - Vocais em “Horus’s Eye” e “Game of Hours”,
Tim “Ripper” Owens - Vocais em “Game of Hours”, “Sound of Rain”, e “Soulspell (Apocalypse Version)”
Oliver Hartmann - Vocais em “Super Black Hole”
Arjen Anthony Lucassen - Vocais em “Sound of Rain”
Cammile e Kennerly (The Harp Twins) - Harpas “Time to Set You Free”
Cleiton Carvalho - Guitarras em “The Second Big Bang”, “The End You’ll Only Know at the End”, “White Lion of Goldah”, “Game of Hours”, e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Eduardo Ardanuy - Guitarras em “The End You’ll Only Know at the End”
Leandro Erba - Guitarras em “Dungeons and Dragons”, “Super Black Hole”, e “Soulspell (Apocalypse Version)”
Jani Liimatainen - Guitarras em “The Second Big Bang”, “White Lion of Goldah” e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Thiago Amendola - Guitarras em “Horus’s Eye”, “Sound of Rain”
Rodolfo Pagotto - Guitarras em “Father to Son”
Marcos Popolo - Guitarras em “Game of Hours” e “Soulspell (Apocalypse Version)”
Kiko Loureiro - Guitarras em “Sound of Rain”
Tito Falaschi - Baixo, guitarras em “Dungeons and Dragons” e “Super Black Hole”
Markus Größkopf - Baixo em “White Lion of Goldah” e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Daniel Guirado - Baixo em “Soulspell (Apocalypse Version)”
Rodrigo Boechat - Teclados em “The Second Big Bang” e “Soulspell (Apocalypse Version)”
Fábio Laguna - Teclados em “The Second Big Bang”, “The End You’ll Only Know at the End”, “Horus’s Eye”, “White Lion of Goldah”, “Game of Hours”, “Soulspell (Apocalypse Version)”, e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Frank Tischer - Teclados em “Dungeons and Dragons”, “Super Black Hole”, “Sound of Rain”
Heleno Vale - Bateria em “Dungeons and Dragons”, “Game of Hours”, “Super Black Hole”, “Soulspell (Apocalypse Version)”, e “Alexandria (Apocalypse Version)”
Juliano Caserta - Bateria em “The Second Big Bang”
Eduardo Santos - Bateria em “The End You’ll Only Know at the End”, “Father and Son”
Gabriel Viotto - Bateria em “Horus’s Eye”, “White Lion of Goldah”, “Sound of Rain”


Contatos:

Twitter:
Bandcamp:
Assessoria: http://trmpress.com.br (TRM Press)


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Trabalhos de bandas de Metal e orquestra não são recentes.

Desde que o DEEP PURPLE lançou em setembro de 1969 “Concerto for Group and Orchestra”, as possibilidades de criar-se trabalhos em que Rock e Metal recebam roupagens orquestrais (e peças clássicas recebam sua versão pesada) foram se expandindo. Mas é interessante perceber que bandas como o SOULSPELL METAL OPERA, de Lençóis Paulistas (SP), e que nos brinda com mais uma obra de arte, o ótimo “The Second Big Bang”, quarto álbum da banda e que acaba de ser lançado pela Hellion Records Brasil.

Antes de tudo, é preciso saber que o articulador de tal projeto é o baterista Heleno Vale, que compôs e arranjou todas as canções (e é o único membro fixo da banda). E o maestro nos concede um Heavy/Power Metal melódico de primeira, com muita energia e elegância, e boa dose de técnica musical. Mas o filé do disco está mesmo nos convidados, já que nomes de destaque do Metal nacional e mundial constam na longa lista de participações, cada um dando o melhor de si. E no fundo, o trabalho do grupo é o que o nome diz: uma ópera Metal, ou seja, o conceito de ópera totalmente adaptado ao universo de guitarras, baixo, bateria e teclados, ainda com a participação de harpas em vários momentos.

Traduzindo: bom pra cacete!

Em termos de sonoridade, a produção acertou a mão, sabendo gerenciar tantos elementos de uma vez só, e ao mesmo tempo, dar peso e elegância ao som do grupo. Sim, tudo está bem claro e audível, mas pesado e bem feito. Mas ao ver o nome de Tito Falaschi na produção e do conhecido produtor e baixista Dennis Ward (do PINK CREAM 69) na mixagem e na masterização, ficam bem claros os motivos da sonoridade de “The Second Big Bang” ser tão boa.

A capa do disco é muito bonita, em um trabalho legal de contraste de cores e mesmo a concepção do nome do disco está bem exposta.

Quanto à música, o SOULSPELL faz um trabalho musicalmente muito rico em arranjos, diversificado e pessoal. A energia e beleza que transpiram de suas canções é algo primoroso, algo que vem do coração, algo que somente a criatividade de quem não está muito disposto a acatar limites e fronteiras se permite.

Todas as fixas de “The Second Big Bang” são excelentes, e merecem uma cuidadosa audição. Mas “Time to Set You Free” e suas belíssimas passagens de guitarras e contrastes vocais; a pegada mais pesada e tempos mais lentos de “The End You’ll Only Know at the End” (com belas linhas harmônicas e duetos vocais maravilhosos), as mudanças de andamento de “Dungeons and Dragons” (que força a base rítmica e os teclados exibem durante toda a música), as belíssimas linhas melódicas das guitarras em “Horus’s Eye”, a mais terna e cheia de arranjos suaves “Father And Son” (que lindas harmonias vocais), as melodias pegajosas de “White Lion of Goldah” (novamente, baixo e bateria estão dando uma sustentação pesada de primeira à canção), as partes grandiosas de “Game of Hours” (riffs pesados em vários momentos, vocais mais agressivos, mas os corais são arrasadores), o Power melódico tradicional de “Super Black Hole” e seus corais épicos (mais uma em que as guitarras estão excelentes, mas esses vocais fortes são maravilhosos em sua diversidade de timbres), além da longa e cheia de passagens rítmicas interessantes “Sound of Rain”. Mas Omo é bom ouvir as novas versões para “Soulspell (Apocalypse Version)” e “Alexandria (Apocalypse Version)”, ambas de “A Legacy of Honor”, primeiro disco da banda, e que estão atualizadas e muito boas.

No mais, o SOULSPELL METAL OPERA está de parabéns, mas se eles me permitem uma sugestão, alguns vocais guturais de bandas de Death Metal e rasgados de bandas de Black poderiam levar o trabalho deles a um novo patamar. Nomes como Shagrath, Dani Filth, e outros poderiam dar um toque ainda mais especial.

Mas por agora, ouçam e tenham uma bela overdose de bom gosto e boa música com “The Second Big Bang”. Esse disco merece!



OVERHEAD: apoiando a causa beneficente no Arraial do Rock


Amanhã (27/07) o OVERHEAD irá levar seu divertido rock’n’roll do álbum de estreia “Ressaca” (2014) e do vindouro novo trabalho “Na madrugada de Bar em Bar” para o evento beneficente Arraial do Rock com renda em prol da Pastoral da Estrada , que será realizado no Viva Motos em Bauru/SP, com início às 20h!

Serviço
Data: 27/07 (quinta-feira)
Horário: 20h
Local: Viva Motos
Endereço: Rua Araújo Leite, 1953, Zona Sul, Bauru/SP
Mais informações: http://bit.ly/2tDoKlk

Acompanhe OVERHEAD no Facebook: www.facebook.com/overheadrock

Fonte: Island Music

Collapse Agency apresenta a segunda edição do Kings of Stoner Age!


Kings of Stoner Age Fest tem como projeto trazer aos palcos alguns dos maiores nomes do estilo stoner, sludge e doom, que temos em solo brasileiro, dando visibilidade a cena independente e aos apreciadores desse estilo que cada vez mais cresce no país, que coleciona admiradores de Riffs arrastados de guitarra, base rítmica potente e psicodelias lisérgicas inspiradas em viagens espaciais.

Na 2º edição recebemos diretamente de São Paulo o HAMMERHEAD BLUES, tocando ao lado de Carbo e Weedzard, na mais nova casa do Hell de Janeiro: O Pecado Mora ao Lado (baixo-garage).

O evento ainda conta com: 
- discotecagem
- stand de camisas
- welcome drink luxúria para os 30 primeiros 
- promos de cerveja


Hammerhead Blues


A Hammerhead Blues, fundada no início de 2014 por Luiz Felipe Cardim (guitarra), Otavio Cintra (voz e baixo) e Willian Paiva (bateria), apresenta um som visceral, direto e lamacento, altamente influenciado pelo melhor do rock and roll setentista.

Carregando a bandeira dos portentosos power trios que desfiaram ao longo das décadas encorpadas sonoridades calcadas no Hard Rock blueseiro, a paulista Hammerhead Bluestrouxe através da Abraxas Records, em Abril de 2017, seu álbum de estreia “Caravan of Light”, sucedendo um calibrado e empolgante EP de 2014 que apresentou uma banda habilidosa em hastear a famigerada flâmula das tríades Hardeiras de Rock.


Carbo


Uma mistura muito doida de pressão, riffs alucinantes e vocais quase berrados fazem desse trabalho algo que dá vontade de ouvir no último volume e pular sem parar. De Volta Redonda (RJ), o super ultra power trio formado por Leo (Guitarra e Voz), Maria (Baixo e Voz) e Andre (Bateria), mistura rock n roll sujo, stoner rock, um pouco de Them Crooked Vultures e Motorhead..


Weedzard


Influenciada pela cena desacelerada e pesada das bandas de Doom e Stoner Rock, a banda Weedzard, formada no final de 2016 em Nova Friburgo RJ, pelo quarteto Bruno Eller, Felipe Chumiga, Pedro Buery e Helio Silva acaba de lançar seu primeiro single intitulado Black Mountain gravado e masterizado pela Mamute Records.

Confira as bandas:

Apoio:

Dia: 12 de Agosto
Horário: 22h00
Entrada: R$15 até 0h / R$20 após 0h

Mais informações no evento:


​Fonte: Collapse Agency
A/C Sylvia Sussekind e Bruno Moraes

MATANZA: banda grava curta-metragem sob direção de Alex Medeiros / vídeo será lançado em Agosto


Completando 20 anos de existência em julho, o MATANZA, prestigiada banda de rock idealizadora do estilo countrycore, começou, na manhã da última terça-feira (25), as gravações para um curta-metragem, que terá entre 10 e 12 minutos de duração e já tem previsão de estreia para agosto. O local das filmagens foi o Saloon 79, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Com direção do consagrado cineasta Alex Medeiros, que dirigiu o filme “Garotas”, lançado em 2015, o projeto será um videoclipe unindo duas músicas do grupo carioca, uma será a regravação da famosa “Santânico”, do álbum Santa Madre Cassino, de 2001 e a outra será uma faixa inédita, intitulada "Na Lama do Dia Seguinte". 



"O Alex é um dos melhores cineastas e deu um toque de qualidade nesse projeto. Santânico contou com a inclusão de um piano acústico que ficou do caralho. Isso trouxe uns timbres novos e uma maneira um pouco diferente de tocar a música e entender o quão assustadora ela pode ser. É um trabalho que vinha sendo planejado há um certo tempo e queremos apresentá-lo o quanto antes. Em agosto todo mundo poderá ver", revela Jimmy London, vocalista do MATANZA.


Fonte: Matanza

FORKILL: clipe gravado ao vivo é um dos mais enérgicos do DVD Roadie Metal Vol. 01



Lançado oficialmente no último dia 19 de maio, o primeiro DVD de clipes da história do Metal nacional apresenta 32 bandas de vários estilos com ideias e conceitos visuais incríveis. Nossa ideia é levar até o público, imprensa, produtores e casas de shows, toda a qualidade individual de cada banda no DVD Roadie Metal Vol.01.

O DVD foi planejado minuciosamente e possui um encarte com 36 páginas, individualizando banda a banda, contendo o release, letra da música, escopo técnico do clipe, links de contato, foto e capa de álbuns. No DVD 01 foram incluídos os nomes mais extremos do Metal nacional, já o DVD 02 vai nas linhas mais clássicas e tradicionais aos fãs do estilo.


Mantendo a proposta do peso do DVD 01, o decimo terceiro clipe apresenta os mestres do Thrash Metal carioca, FORKILL, o clipe da música “Vendetta” é uma porrada direta na face, um dos únicos clipes que apresenta uma performance ao vivo de uma banda nos palcos, o grupo transmite sua essência e força de forma direta e sem frescura.



Mais informações sobre a FORKILL:


Com a agressividade e velocidade, como principais características, a FORKILL procura trazer de volta o espírito do verdadeiro Thrash Metal celebrado nos anos ’80. Riffs rápidos intercalando com partes cadenciadas e com muito peso, feitas com intenção levar o ouvinte… “Vir a bater a cabeça sem perceber!!”

Inspirada principalmente nas clássicas bandas de Thrash da Bay Area de São Francisco como Exodus, Testament, Vio-lence,além é claro de outras lendárias bandas como Slayer, Sepultura, Korzus, e tantas outras, a FORKILL junta as principais características dessas grandes bandas e misturando com a identidade musical de cada integrante, acaba criando o tipo de som com uma pegada própria e violenta.


O quarteto começou suas atividades na cidade do Rio de Janeiro em Maio do ano de 2010, e lançou o debut “Breathing Hate” em Setembro de 2013, com produção do lendário guitarrista Robertinho de Recife, chegando a ter uma ótima repercussão .

A formação presente no vídeo conta com:

Joe Neto - Guitarras, vocal
Ronnie Giehl - Guitarras
Gus "Guzzy" Nascimento - Baixo
Erick Mamede - Bateria

Já a formação atual do quarteo é:

Matt Silva - Guitarras, vocal
Ronnie Giehl - Guitarras
Gus "Guzzy" Nascimento - Baixo
Rodrigo Tartaro - Bateria

Hoje as apresentações da banda tem sido marcadas tradicionalmente, por rodas matadoras, stage dives insanos e uma lição de peso, brutalidade e violência musical no limite, despejado por letras fortes sobre o ódio em suas diversas maneiras de ser expressado .

… A FORKILL é isso: Metal na veia sempre!!

Mais informações:


A/C Gleison Junior

25 de jul de 2017

STONERIA: lyric vídeo de “Latino Americano” lançado!


O mais novo lyric vídeo do STONERIA já está no ar! Se trata da faixa “Latino Americano” que pertence ao seu Debut autointitulado e traz uma abordagem forte e impactante como a sua letra.

O lyric vídeo foi novamente produzido por Leonardo Ronqui com imagens bem sacadas que casaram perfeitamente com a música, seja no instrumental ou na parte lírica.

Não perca tempo e assista agora mesmo:



Links Relacionados:


CORE DIVIDER: participação no “Apocalipse Metal” em Agosto



No dia 06/08 (Domingo) o CORE DIVIDER participará do “Apocalipse Metal”, em Ferraz de Vasconcelos/SP. O show acontece no Esconderijo Rock Bar (Rua Armenia, 108, Ferraz de Vasconcelos), à partir das 17h, e além do CORE DIVIDER, se apresentam as bandas Scumunion e V.D.M

Para maiores informações, siga a página do evento no Facebook:



No dia 20 de Agosto, o programa Comando Noise exibira um especial com músicas do álbum de estreia do CORE DIVIDER, “Against War I”.

O programa vai ao ar todos os domingos, das 20h às 00h, e tem transmissão simultânea nas seguintes rádios:


Conheça mais do CORE DIVIDER, assistindo o videoclipe de “No War”, uma das músicas mais brutais de seu trabalho:



O CORE DIVIDER está na nova coletânea da Imperative Music (Volume #14), ao lado de várias bandas, dentre elas, nomes consagrados do Metal, como Obituary e Kreator. Para mais informações, acesse: www.imperative-music.com

Para adquirir “Against War I” – ou qualquer merchand da banda – entre em contato através das redes sociais listadas abaixo.

O CORE DIVIDER é formado por Jorge Muhamed (vocal), Tueu Isaac (guitarra), Uiu Gomes (baixo) e Douglas Hammer (bateria).

Siga o CORE DIVIDER em seus canais oficiais:

Precisamos falar sobre Suicídio e Depressão


Por Samantha Feehily (postado no site Wonder Girls BR em 24/07/2017)


O suicídio é um problema de saúde pública global que atinge todas as faixas etárias que acontece com frequência em todos os países e por diferentes razões.

Um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou uma realidade chocante no Brasil: 32,3 casos de suicídio são registrados por dia no país, isto representa uma média de mais de uma morte por hora.

A ideia de que o ato tem relação com doenças mentais, como depressão, por exemplo, é consolidada. Entretanto outros fatores que podem contribuir para que uma pessoa recorra ao ato. De acordo com a OMS, muitos suicídios acontecem em momentos de crise com o enfraquecimento da habilidade de lidar com os problemas da vida, como problemas financeiros, fins de relacionamentos amorosos, dores crônicas e doenças.

Em países de alta renda, o grupo mais vulnerável é o de homens com mais de 50 anos. Já em países de baixa ou média renda, o foco está em mulheres com mais de 70 anos e jovens adultos, entre 15 e 29 anos.

A Organização Mundial da Saúde lembra que a prevenção é possível. E uma das medidas mais eficazes, diz o estudo, é a restrição ao acesso aos principais meios de suicídio, como armas e pesticidas. O primeiro levantamento global sobre o tema realizado pela OMS aponta também que os principais métodos utilizados em todo o mundo são envenenamento, enforcamento ou armas de fogo.

Já perdemos, entre tantos, Robin Williams, um grande ser humano e ator (Uma Babá quase perfeita e Uma Noite no Museu entre outros filmes). Robin Williams tirou sua vida depois de anos de luta contra depressão, mania, alcoolismo e abuso de substâncias.

E na semana passada o vocalista do LINKIN PARK, Chester Bennington foi encontrado morto. O cantor de 41 anos se enforcou em sua casa, em Los Angeles. Chester era casado e deixa seis filhos. O cantor lutou contra o vício de drogas e álcool por anos. Em entrevistas, ele havia dito ter considerado o suicídio no passado, após ter sido abusado na infância. Chester era amigo próximo do cantor Chris Cornell, que cometeu suicídio em maio.

Tragicamente os sentimentos de desesperança que podem acompanhar a depressão levou a melhor sobre eles. Sua morte é mais uma chamada para acordarmos, que reacendeu a discussão sobre a doença mental e a necessidade de criar um diálogo público mais forte para ajudar aqueles que sofrem de doença mental.

O que torna a sua morte tão difícil de compreender é não só a nossa admiração por ele como um gênio da comédia, mas também que aparentemente tinha tudo – sucesso e os recursos para lutar contra a doença.

A verdade inconveniente, porém, é que as doenças mentais podem ser fatais. Essas doenças atualmente matam tanto quanto os grandes assassinos. Temos de continuar a investir em pesquisa para desenvolver tratamentos novos e mais eficazes para pessoas com depressão e outras doenças mentais. A meta deve ser um futuro em que não haja vidas perdidas como resultado do suicídio.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, em média cerca de 3.000 pessoas tiram suas vidas diariamente e para cada pessoa que comete suicídio, 20 ou mais tentam acabar com suas vidas.

Como podemos ajudar a diminuir essas estatísticas:

  1. Aumentando a conscientização de que o suicídio é evitável
  2. Melhorando a educação sobre o suicídio
  3. Divulgando informações sobre o conhecimento do suicídio
  4. Diminuindo a estigmatização em relação ao suicídio
  5. Depressão, o mal da modernidade

Com as mudanças ocorridas no estilo de vida dos brasileiros, os transtornos psicológicos e psiquiátricos passaram a ocupar lugar de destaque entre os problemas de saúde pública do país.

Dados de uma série de estudos apontam as doenças mentais como responsáveis pela maior parte de anos de qualidade de vida perdidos devido a doenças crônicas. Os maiores vilões são a depressão, psicoses e dependência de álcool. Em seguida, estão as doenças cardiovasculares.

Segundo o estudo, entre 18% a 30% da população brasileira apresentam sintomas de depressão. A mortalidade por demência aumentou de 1,8 mil por 100 mil habitantes em 1996 para 7 por mil habitantes em 2007.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, em cada 100 pessoas com depressão grave, 15 cometem suicídio. Dados de 2013 divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que mais de 350 milhões de pessoas no planeta têm depressão – o que representa 5% da população mundial. De acordo com estudo publicado na revista científica PLOS Medicine, no ano passado, ela é a segunda maior causa de invalidez, no mundo, ficando atrás apenas das dores nas costas. Cerca de 20% das pessoas já tiveram, têm ou ainda terão a doença ao longo da vida.

Uma das principais dificuldades enfrentadas por quem sofre de depressão é entender e fazer com que os outros entendam que ela não é “frescura”, mas uma doença, como hipertensão ou diabetes.

Isso significa que precisa ser tratada por um psiquiatra, capaz de orientar e, se necessário, medicar adequadamente o paciente. A psicoterapia em conjunto pode ser muito útil, mas o tratamento médico é essencial.

Apesar de todo estigma existente em torno da depressão, ela é uma das principais doenças que acometem a humanidade atualmente. Dados de 2013 divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que mais de 350 milhões de pessoas no planeta têm depressão – o que representa 5% da população mundial. De acordo com estudo publicado na revista científica PLOS Medicine, no ano passado, ela é a segunda maior causa de invalidez, no mundo, ficando atrás apenas das dores nas costas.

A depressão não escolhe faixa social. Estima-se que 8% das pessoas adultas em todo o planeta sofram de depressão e que 10 a 20% ainda serão vítimas desta doença em algum momento de suas vidas. “A depressão, ao contrário do que muitos acreditavam, não é um estado de espírito ou humor, mas sim uma doença que se manifesta de diversas maneiras, podendo levar à morte. Considerado um problema psicossomático, com sintomas físicos evidentes, é uma enfermidade causada por alterações químicas no cérebro, que afetam as emoções podendo também prejudicar a capacidade mental. O cérebro é formado por inúmeras células que se comunicam entre si, através de substâncias químicas chamadas neurotransmissoras. No caso das pessoas com depressão, as substâncias químicas deixam de circular como deveriam”, explica Dr. Leonard Verea, psiquiatra.


Sintomas da Depressão

Os sintomas mais comuns são tristeza, desânimo, insônia, apatia, falta de alegria, de apetite (algumas pessoas têm aumento de sono e de apetite), falta de desejo sexual, preguiça – até mesmo de fazer atividades simples como tomar banho, assistir televisão ou ler jornal. Ou seja, nos quadros depressivos há uma diminuição geral do nível de energia da pessoa. Quando um indivíduo enfrenta um processo de depressão, ocorrem pensamentos pessimistas e repetitivos. O doente perde o interesse por coisas que gostava de fazer ou por pessoas com as quais apreciava conviver. O paciente depressivo não consegue se concentrar em uma leitura ou guardar na memória o que leu. Muitas vezes aparecem ataques de ansiedade, acompanhados por sudorese, palpitações e tremor. Os pensamentos obsessivos também são comuns: a pessoa sabe que eles não fazem sentido, mas não consegue tirá-los da cabeça.

Outra característica é que problemas que antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas pesadas e difíceis. Situações que anteriormente eram agradáveis perdem a graça. Alguns casos desta doença se caracterizam por dores vagas e difusas pelo corpo ou na cabeça. O intestino pode ficar preso, a boca amarga, a pele envelhecida, os cabelos e as unhas fracas e sem brilho. Muitas pessoas não conseguem nem sentir alegria nem tristeza (“sensação da falta de sentimentos”). A vítima da depressão ainda pode ficar com “ideias fixas”. As principais são as seguintes: achar a situação financeira ruim e sem perspectiva, além de sentir-se culpado por coisas que fez e que não fez no passado.

A maior parte dos casos de depressão surge em consequência de um acontecimento negativo: a perda de uma pessoa querida; uma demissão sem aviso prévio; um abandono traumático; nestes casos chamamos de forma reativa da doença. Quando não é possível identificar facilmente a origem do problema, chamamos de quadro endógeno: é a forma mais grave; a única para a qual o uso de medicamentos é necessário. Uma outra diferenciação é entre a depressão monopolar e a bipolar, conhecidas antigamente como maníaco-depressiva. Na depressão monopolar, o humor se mantém negativo e é presente uma diminuição psicomotora com alterações do ciclo sono-vigilia. Já os que são atingidos pela forma bipolar alternam longos períodos de desespero com momentos de euforia incontrolável, nos quais a hiperatividade é muito intensa, junto com uma exagerada consideração de si mesmo.

O psiquiatra, Dr. Leonard Verea, respondeu algumas perguntas sobre o tema.

Como funciona no organismo o processo de depressão?

Depressão não é tristeza. É uma doença que precisa de tratamento. Cerca de 18% das pessoas vão apresentar depressão em algum período da vida. Quando o quadro se instala, se não for tratado convenientemente, costuma levar vários meses para desaparecer. A depressão é uma patologia que atinge os mediadores bioquímicos envolvidos na condução dos estímulos através dos neurônios, que possuem prolongamentos que não se tocam. Entre um e outro, há um espaço livre chamado sinapse, absolutamente fundamental para a troca de substâncias químicas, íons e correntes elétricas. Essas substâncias trocadas na transmissão do impulso entre os neurônios, os neurotransmissores, vão modular a passagem do estímulo representado por sinais elétricos. Na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.


Podemos dizer que existem casos de depressão oriundos de fatores genéticos ou de caráter mais fisiológico? Quando o processo depressivo é desencadeado por fatores externos (um luto ou perda de emprego, por exemplo), seus efeitos são os mesmos no organismo?

Precisamos definir que há diferença entre tristeza e depressão. Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida psicológica de todos nós. Depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra. A tristeza tem duração limitada, enquanto a depressão costuma afetar a pessoa por mais de 15 dias. Podemos estar tristes porque alguma coisa negativa aconteceu em nossas vidas, mas isso não nos impede de reagir com alegria se algum estímulo agradável surgir. Além disso, a depressão provoca sintomas como desânimo e falta de interesse por qualquer atividade. É um transtorno que pode vir acompanhado ou não do sentimento de tristeza e prejudica o funcionamento psicológico, social e de trabalho. A pessoa deprimida ou com predisposição, às vezes com uma chateação corriqueira, pode ser nocauteada e cair num abismo sem fim ou então, ser mais resistente, mas numa crise brava também vai pro abismo. Por que é assim mesmo que se sente um deprimido. Uma pessoa sem perspectiva de vida, sem amor próprio, pessimista, desanimada que não vê graça em nada a não ser no seu isolamento e luto em vida. Na realidade este desânimo perante a vida não é falta de atitude e sim um mau funcionamento cerebral. Porque embora muitas pessoas acham que depressão é frescura, ela é uma doença, um desequilíbrio bioquímico dos neurotransmissores (mensageiros químicos do impulso nervoso) responsáveis pelo controle do estado de humor.


Por que os medicamentos antidepressivos causam efeitos colaterais como insônia, perda ou ganho de peso e disfunções sexuais?

A dopamina e serotonina são neurotransmissores que estão muito associados ao estado afetivo das pessoas. A serotonina está ligada a sentimentos de bem estar ou mal estar. Ela regula o humor, o sono, a atividade sexual, o apetite, o ritmo cardíaco, as funções neuroendócrinas, temperatura corporal, sensibilidade à dor, atividade motora e funções cognitivas. A dopamina está associada à sensação de euforia, entusiasmo e prazer. Esta regula o controle do movimento, da percepção e da motivação. Na depressão a dopamina, serotonia e outras substâncias químicas como a noradrenalina, ácido gama-aminobutírico e aceticolina ficam alterados, desorganizando o estado de humor, as emoções, capacidade mental e o bem estar geral do organismo. Por isso é preciso acompanhamento médico.


Quais as diferenças entre os antidepressivos IMAO, tricíclicos, ISRS e ANES? O que leva um psiquiatra a receitar um deles em detrimento de outro?

O tratamento vai depender de cada caso, por isso o psiquiatra quem escolhe. O local de ação das drogas antidepressivas será nos sistemas noradrenérgico o serotoninérgico do Sistema Límbico. Os antidepressivos atuam no sentido de tentar normalizar as sinapses neuronais a partir do aumento de neurotransmissores (principalmente serotonina – 5-HT -, e noradrenalina ou norepinefrima – NE – e da dopamina – DA) disponível nas fendas sinápticas, bloqueando a recaptação dos mesmos pela membrana pré-sináptica. As drogas tricíclicas, as drogas tetracíclicas estreitamente relacionadas e os inibidores da monoaminoxidade (IMAOs) são as drogas antidepressivas clássicas. Os antidepressivos variam em seus efeitos farmacológicos. Esta variabilidade é a base para que pacientes individuais respondam a um antidepressivo, mas não a outros. A variação é também a base para os diferentes efeitos colaterais. A maioria dos clínicos escolhe uma droga tricíclica ou tetracíclica ou um dos ISRSs como primeira opção no tratamento do transtorno depressivo. Os tricíclicos e os tetracíclicos são escolhidos em virtude do nível de familiaridade com essas drogas mais antigas, além de serem mais baratas. Os ISRS são escolhidos porque são muito melhor tolerados. Podemos dividir os antidepressivos em 4 grupos: Antidepressivos Tricíclicos (ADT); Inibidores da Monoaminaoxidase (IMAO); novos antidepressivos; Inibidores Seletivos de Recaptação da Serotonina.


Podemos esperar para o futuro medicamentos mais eficazes e com menor número de efeitos colaterais? A depressão poderia, assim, sair de cena?

Sim, acredito que novas formas e abordagens ganhem mais espaço para o tratamento. A boa notícia para quem sofre de depressão é que há inúmeras formas de tratamento. Os medicamentos antidepressivos são uma opção. Entretanto, uma excelente alternativa de cura para quem não quer se submeter às dosagens medicamentosas é o tratamento por meio da medicina psicossomática e hipnose dinâmica. Este transtorno não é apenas psíquico, também é físico na medida que há uma baixa na produção de serotonina, o hormônio que proporciona as sensações de prazer no corpo, sendo as vezes necessário medicamentos. Isso acontece na medida em que métodos de psicoterapia não são suficientes ou ter procurado um profissional depois de um certo tempo do sintoma se manifestar. A hipnose, possibilita diferentes articulações do pensar, o que pode proporcionar mudanças específicas, onde o indivíduo ao vir pensando de uma certa forma, um pensamento viciado, ou mesmo contagiado pelo problema da depressão, pode modificá-lo. O paciente precisa ver transformada suas formas de perceber a si mesmo, o mundo e seu próprio futuro; Do negativo para o positivo. Com a hipnose, é possível coloca-lo em diferentes situações no presente e futuro, onde possa se imaginar já com uma nova realidade. Ver-se em diferentes situações: em casa, com familiares, amigos, no trabalho, na rua ou no clube. O interessante é cobrir o máximo de possibilidades onde o paciente possa se ver nas mudanças de hábitos, pensamentos, comportamentos e nas suas diferentes interações humanas. Na hipnose, também tem-se a possibilidade do transe, que é um pensamento direcionado, este proporcionará com ainda maior facilidade a mudança. Desta forma, pode-se ajudar o paciente a reaprender ou mesmo aprender novas formas de reagir frente aos diferentes estímulos, que até então eram de apatia. Como mais gosto, mais prazer, voltando à sua vida normal, conquistando um viver mais equilibrado.

Acompanhem o trabalho de Samantha:



Samantha Feehily: Jornalista, Pós graduada em Comunicação Empresarial e Institucional, Pós graduada em Jornalismo Digital, Pós graduação em Jornalismo Contemporâneo e Mestre em Comunicação. Diretora da Projeta Comunicação Integrada. Foi editora chefe em uma Agência de Comunicação, responsável pelo conteúdo de jornais internos e de e-mail marketing. Foi professora universitária do Centro Universitário Nove de Julho (UNINOVE). Acumula mais de 14 anos de experiência em assessoria de comunicação. É responsável pelo site Arrasa, gata!, um portal de beleza e é apresentadora do Programa Estressadas, um programa de comportamento feminino.