18 de mai de 2017

DIMMU BORGIR - FORCES OF THE NORTHERN NIGHT (DUPLO CD AO VIVO)


2017
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Tracklist:

Disco 1:

1. Xibir (orchestra)
2. Born Treacherous
3. Gateways
4. Dimmu Borgir (orchestra)
5. Dimmu Borgir
6. Chess with the Abyss
7. Ritualist
8. A Jewel Traced Through Coal
9. Eradication Instincts Defined (orchestra)

Disco 2:

1. Vredesbyrd
2. Progenies of the Great Apocalypse
3. The Serpentine Offering
4. Fear and Wonder (orchestra)
5. Kings of the Carnival Creation
6. Puritania
7. Mourning Palace
8. Perfection or Vanity (orchestra)


Banda:


Shagrath - Vocais
Silenoz - Guitarra base
Galder - Guitarra solo

Convidados:

Agnete Kjølsrud - Vocais femininos em “Gateways”
Cyrus - Baixo
Gerlioz - Teclados
Daray - Bateria
The Norwegian Radio Orchestra - Orquestra
Schola Cantorum Choir - Coral

Contatos:

Bandcamp:
Assessoria:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


E eis que após 7 anos de espera ansiosa, um dos nomes mais fortes do cenário do Symphonic Black Metal retorna para mostrar que eles ainda tem muita lenha para queimar.

Sim, o DIMMU BORGIR, grupo norueguês que ajudou a construir todo o conceito de Symphonic Black Metal, nos brinda com um disco inédito. E mantendo uma longa tradição do Metal, temos em mãos “Forces of the Northern Night”, um disco duplo CD ao vivo. E a Shinigami Records, em parceria com a Nuclear Blast Brasil, nos proporciona o acesso mais fácil a este diamante.

“Forces of the Northern Night” foi gravado em 28 de Maio de 2011, em Oslo, cidade natal do grupo. O local foi o Oslo Spektrum, arena indoor da cidade, e recebeu a presença de mais de cem músicos, já que, fora os 3 integrantes fixos da banda, os 3 músicos contratados, estiveram participando ativamente de cada música a Norwegian Radio Orchestra, o coral da Schola Cantorum e mais a presença de Agnete Kjølsrud nos vocais femininos de “Gateways”. Obviamente, por ser a tournée promocional de “Abrahadabra”, o maior enfoque ficou no material do disco, e mais alguns clássicos estão presentes. Óbvio que sempre vai existir aquele comentário “ah, mas faltou tal música”, mas será que realmente haveria como caber tudo em um CD duplo?

Tenho certeza que não...

Produzido pelo próprio grupo, “Sons of the Northern Night” foi gravado ao vivo no Oslo Spectrum. O disco ainda recebeu uma masterização feita por Chris Sansom. E a qualidade sonora é de saltar os olhos, pois como estamos acostumados, o DIMMU BORGIR realmente fez algo de alto nível em termos de produção. Mas não se assustem, pois nos momentos pesados e agressivos (como em “Vredesbyrd”), a qualidade sonora também permite ter o melhor desse lado do trabalho musical multifacetado que os noruegueses fazem.

A arte gráfica é de Joachim Luetke, com uma capa aterrorizante que remete aos tempos de “Death Cult Armaggedon”, dando aquele toque sombrio à música do disco. E as fotos são ótimas, uma documentação bela e bem feita do que se viu naquela noite de Maio de 2011.

O estilo do DIMMU BORGIR é aquilo que todos já conhecem bem: Symphonic Black Metal bem feito, com lindas melodias sinistras e a grandiosidade pomposa de arranjos bem feitos. Além do mais, é importante frisar que a banda retém muito de sua agressividade primordial sob a colcha de orquestrações, e a riqueza de sua música não destrói a acessibilidade que eles carregam. E um toque pomposo de elegância extra é dado por Gaute Storaas, responsável pelos arranjos orquestrais.

O disco 1 é quase todo encima das músicas de “Abrahadabra”. Óbvio que não é necessário lembrar que este mesmo autor falou na época que o álbum mostrava uma banda tão perfeita que soava mecânica. Mas isso nas versões de estúdio, pois ao vivo, canções como “Born Treacherous”, “Chess with the Abyss”, “Ritualist” e “A Jewel Traced Through Coal”, graças à energia da banda e do público, ganham vida totalmente nova. E hinos como “Gateways” (com a participação maravilhosa da cantora Agnete Kjølsrud) e “Dimmu Borgir” são de causar arrepios no mais cético dos fãs. E sem mencionar as versões totalmente orquestrais da própria “Dimmu Borgir” e de “Eradication Instincts Defined” (única música dos discos anteriores presente no disco 1).

Já o disco 2 é todo de músicas dos discos anteriores, bem focadas em tudo que a banda fez de “Enthrone Darkness Triumphant” até “In Sorti Diaboli”. Aqui, estão clássicos como a energética e destruidora “Vredesbyrd”, as sedutoras e grandiosas “Progenies of the Great Apocalypse” e “The Serpentine Offering”, o hino “Kings of the Carnival Creation” (linda e maravilhosa, especialmente devido aos corais que substituem os momentos de vozes limpas), a ótima versão para “Puritania” (que devido à presença da orquestra, quebrou um pouco do clima industrial da versão original, mas está bem melhor que esta), e o clássico absoluto “Mourning Palace”.


Vou tornar a dizer: alguns clássicos ficaram de fora (por exemplo, nenhuma música de “For All Tid”, “Stormblåst” e “Spiritual Black Dimensions” foi incluído, o que é uma pena), mas para tanto, esse disco deveria ser um quádruplo ou quíntuplo ao vivo. Mas o que temos já é excelente.

E podemos aferir que “Forces of the Northern Night” entra para o hall dos melhores discos ao vivo de Metal de todos os tempos. 

O DIMMU BORGIR ainda é uma força e tanto para o Metal mundial, quer gostem ou não.




RITUAIS PROFANOS - A FACE DO MAL (EP)


2017
Nacional

Nota: 8,0/10,0


Tracklist:

1. Império de Sangue
2. Dissertação Sobre Crimes & Bruxarias
3. Eterno Reino
4. Malditas Noites Profanas
5. A Dança da Morte
6. Espíritos Dançam no Meu Funeral
7. Crucifixion 1969


Banda:


V0cifer - Vocais, todos os instrumentos


Contatos:

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Bandcamp:
Assessoria:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Fazer Black Metal na linha do Inner Circle norueguês ou da LLN francesa ainda é uma forma de se fazer o estilo que rende bons frutos. O grande segredo é: fazer aquilo que está em seu coração. Se a banda assim o faz, um trabalho diferente e que vem para somar virá. E a força do DNA musical do Brasileiro contribui muito nesse aspecto. Que o diga o EP “A Face do Mal”, da “one man band” RITUAIS PROFANOS, de São Paulo.

Antes de tudo, se percebe que o grupo faz um amálgama entre as escolas norueguesa, grega e francesa do Black Metal de raiz, mais uma forte dose do Black Metal mais cru possível que já foi feito no Brasil. E por isso, se percebe que existe uma mente pensante por trás do que ouvimos. A crueza e rispidez do grupo, bem como sua aura soturna, não são despropositadas, elas realmente fazem parte do trabalho em si. É a mais pura expressão do Black Metal que se possa pensar.

É bom pacas, entenderam?

O próprio V0cifer cuidou da gravação, mixagem, masterização e gravação. E apesar de alguns percalços, ela está de bom tamanho para a proposta musical. Lembrando que uma qualidade sonora demanda dinheiro, e no país em meio a esta crise econômica nos faz ter que buscar alternativas. Mas creio que essa crueza e timbres crus irão seduzir fãs da SWOBM, especialmente aqueles que sentem saudades da sonoridade do início dos anos 90.

Em sete músicas, se percebe que o RITUAIS PROFANOS tem muito a oferecer musicalmente ao Black Metal. O grupo nos oferece uma música mórbida e intensa, crua e que cheira à morte, sempre com arranjos simples, mas como já citado acima, essa fórmula nas mãos de quem tira a música da própria alma, não tem erro: sempre vem coisa boa.

A morbidez sortuna de “Império de Sangue” e seus riffs atmosféricos, a nova versão de “Eterno Reino” e seu andamento cadenciado e fúnebre (reparem como o ritmo é envolvente e sedutor), a opressão malevolamente hipnótica de “Malditas Noites Profanas” e sua aura à lá MAYHEM antigo, os vocais insanos de “A Dança da Morte” entremeados por guitarras marcantes, e a versão Demo da veloz “Crucifixion 1969” irão dar água na boca de qualquer fã de Black metal que se preze.

Se você sente saudades da época em que a LLN, o Inner Circle e a cena grega e outros estavam lançando seus primeiros trabalhos, garanto: o RITUAIS PROFANOS é para você!

SKINLEPSY - DISSOLVED (Álbum)


2017
Shinigami Records
Nacional

Nota: 9,5/10,0


Tracklist:

1. Perfect Plan 
2. The Mentor 
3. Ask to Diablo 
4. The Hate Remains the Same 
5. Caustic Honor 
6. Dissolved 
7. Blood and Oil 
8. Insomnia 
9. A New Chance of Life 
10. Murder


Banda:


André Gubber - Vocais, guitarras, baixo
Leonardo Melgaço - Guitarras
Evandro Junior - Bateria


Contatos:

Site Oficial: 

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Uma das maiores vantagens da latinidade musical que o brasileiro parece trazer em seu DNA é a capacidade das bandas do país trazerem evoluções significativas a gêneros do Metal já bem desgastados pelo uso abusivo. São inúmeras as bandas que poderiam ser citadas como exemplo, e um dos mais fortes no quesito é o trio paulista SKINLEPSY. E uma ouvida em “Dissolved” mostra como isso é sensível.

Se compararmos a banda tendo como base o que fizeram em “Condemning the Empty Souls” de 2013, o grupo continua bruto e agressivo em um molde Thrash Metal que angaria alguns toques do Death Metal tradicional. Mas ao mesmo tempo, as linhas melódicas de suas canções lhes permitiu criar arranjos musicais mais bem trabalhados e polidos. 

Ou seja, o trio evoluiu bastante, mas sem abrir mão da personalidade musical que estabeleceram desde o início.

A produção de “Dissolved” ficou nas mãos de Roberto Toledo, e o disco foi gravado, mixado e masterizado no Studio 44, em São Paulo. E digamos: ele acertou a mão, pois a sonoridade do disco é um autêntico murro nos cornos, uma porrada bruta e agressiva, mas sem que tanta rispidez comprometesse a clareza instrumental. E os timbres dos instrumentos foram muito bem escolhidos, já que soam com uma ferocidade enorme, mostrando som visceral não significa sujeira excessiva.

E a arte gráfica de Jean Michel, da DSN ART, para a capa, é assustadoramente intrigante, dando corpo à música que o trio destila. 

Se uma palavra pode descrever “Dissolved”, esta é: maturidade.

Sim, pois mesmo soando violento e ríspido, se percebe uma preocupação em lapidar bem as composições, de preencher os espaços com arranjos bem feitos, guitarras com riffs causticantes, solos com boa dose de melodia (sem perder o tino agressivo essencial), base rítmica sólida e bem trabalhada (baixo e bateria estão fantásticos). 

O disco mostra momentos ótimos, mesmo sendo claro que o grupo fez um trabalho musical bem homogêneo e nivelado por cima. “Perfect Plan” e seus riffs agressivos sob uma base rítmica variada e andamento que alterna entre uma velocidade alta e momentos mais lentos; a porrada nos dentes da também veloz “The Mentor” (que trabalho de bateria excelente, além de solos bem encaixados!); o arregaço em velocidade mediana de “Ask to Diablo”, onde as vozes ferozes se alternam com timbres sussurrados muito bem sacados; a causticante e tradicional “Caustic Honor” (tradicional no sentido de estar mostrando a típica pegada Thrash/Death Metal brasileira); a azeda e rica em riffs ganchudos “Dissolved”; a brutalidade explícita de “Blood and Oil” (onde a segurança do baixo se mostra essencial para o trio); e a raivosa e opressiva de “A New Chance of Life” e “Murder” podem ser ditas como os grandes momentos desse álbum.

Um disco forte, “Dissolved” é capaz de abrir portas na Europa e Estados Unidos facilmente para o SKINLEPSY. Então, aproveitem e valorizem esta obra de arte do Metal brasileiro!

SODOMA: novo álbum celebra o ápice do grupo até o momento



Um dos nomes mais respeitados do Metal Extremo nacional, a paraibana SODOMA, lançou no ano passado seu novo álbum, ‘Mutapestaminação’ pelo selo Altera Pars.

O trabalho é sem dúvidas o ápice musical e lírico da carreira do grupo até o momento e desde seu lançamento vem mostrando toda a força do Metal Negro cantado em português do SODOMA.

“Feito com absoluto empenho e dedicação de todos os membros da horda, Mutapestaminação é sem duvidas um marco na nossa discografia, desde o inicio foi pensado e repensado sobre diversos aspectos e conceitos.

“Trabalhamos não só na questão musical/lírica ou a temática obscura que o disco deveria soar como também na abordagem de arte de capa e ilustrações, colocamos tudo no papel e repassamos para os artistas que iriam contribuir com essa nova ideia, batalhamos para não haver amarras em questões de produção ou de lançamento/distribuição, abdicamos de selos no fim do processo e resolvemos levar a cargo o nosso conceito de independência (underground). Criamos um selo chamado Altera Pars Records e assim seguirá nos próximos lançamentos, por fim conseguimos lançar por conta própria arcando com todos os custos.

Hoje, após todo esse processo de criação, produção/gravação e lançamento, nos sentimos extremamente satisfeitos com o resultado e acreditamos que é só o começo de uma longa jornada.”

‘Mutapestaminação’ conta com nove faixas e foi produzido por Victor Hugo Targino-VH Records. Já arte da capa ficou nas mãos de Rafael Tavares (Chaos Synopsis, Desdominus, Luxuria de Lillith, etc).


A Matilha segue divulgando o álbum e celebrando a extrema aceitação do mesmo, que foi citado como um dos principais lançamentos de 2016 pelo zine Ocvlta Insanidade e pelo programa Peste Negra da Cangaço Rock.

Ouça uma música retirada do disco, ‘Pesthereticanonica’:




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Fonte: Metal Media

BLACKFORCE: trilha sonora para programa de Skate



O BLACKFORCE participou como trilha sonora para um episódio do Canal XV de Pobre, que foca em vídeos relacionados à cultura do Skate.

A música é ‘Madness’, que faz parte do bem-recebido EP ‘Slaves To Reality’. O programa XV de Pobre é capitaneado por Matheus Menegoi e episódio em questão pode ser conferido pelo link:



Além de preparar um novo single – que será anunciado em breve – o BLACKFORCE segue promovendo o EP ‘Slaves to Imagination’ que, através de enquete organizada pelo site HeavynRoll (https://goo.gl/uDRuo5), ficou entre os mais votados nos quesitos: “Melhor EP”, “Melhor Capa” e “Melhor Lyric Video”.

O trabalho está disponível para venda em formato físico, em quantidade limitada, através do link:


Quem preferir também pode comprar diretamente pelo e-mail: blackforcetm@gmail.com

‘Slaves To Reality’, está disponível nas principais plataformas de distribuição e streaming do mundo, confira alguns links:

Google Play: https://goo.gl/URAEAY

Ele também pode ser ouvido de gratuitamente pelo link:



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Fonte: Metal Media

PANZER: banda se apresentará em Osasco neste fim de semana



No próximo dia 20 de maio, o PANZER invadirá a cidade paulista de Osasco em mais uma apresentação de sua turnê divulgando o premiado novo álbum ‘Resistance’.

A apresentação acontece no Casa Amarela Pub (R. Dr. Mariano J. Marcondes Ferraz, 96) com início marcado para às 21h. Mais informações no link https://www.facebook.com/casaamarelapub/


‘Resistance’, novo álbum do PANZER, foi lançado em formato físico via Shinigami Records e está disponível para compra diretamente com a banda ou pela loja virtual do selo. Ele também é encontrado em versão digital, confira alguns links:


A banda lançou recentemente dois novos clipes, assista:

‘You May Not Have Tomorrow’



‘Impunity’




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Fonte: Metal Media

Gestos Grosseiros: banda participou do Pegadas de Andreas Kisser, confira áudio


No último dia 30 de abril, o GESTOS GROSSEIROS participou do programa de rádio Pegadas de Andreas Kisser, que vai ao ar aos domingos às 19h pela 89 FM.

Quem perdeu a entrevista, pode agora conferir o áudio pelo link:



A banda está em seus últimos preparativos para embarcar em sua primeira turnê pela Europa, que acontece neste mês de junho e passará por países como Alemanha, Polônia, Bélgica, Holanda, República Tcheca e França.

O álbum ‘World’s Hypocrisy’ já está disponível para venda e pode ser comprado diretamente com a banda por e-mail e Facebook. O disco foi mixado no UpTracks Studio pela produtora Mirella Max e masterizado na Absolute Master. A arte da capa ficou nas mãos do artista Tiago Medeiros.

Do álbum foi retirado um lyric video. A música escolhida é ‘In The Name Of God’. Assista:



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Fonte: Metal Media

MAYAM: músico lança vídeo cover de "Electric Feel", do MGMT



Parece que foi ontem, mas já faz dez anos que o MGMT despontou no cenário internacional com seu elogiado álbum “Oracular Spectacular”. Agora, um de seus singles mais marcantes ganha uma releitura do cantor carioca MAYAM, que segue surpreendendo com seus lançamentos em vídeo. Após recriar “Hotline Bling”, de Drake, o artista apresenta a sua própria versão de “Electric Feel”.

Acompanhado dos músicos Marfa Kourakina (baixo), Kelder Paiva (bateria), Gabrieu (teclas) e Bruno Carvalho (guitarra), MAYAM traz um novo arranjo para a faixa. O clima indie pop, disco e psicodélico da faixa deu lugar a uma pegada mais alternativa que dá destaque à guitarra e ao sintetizador. Nesse encontro inédito entre o Brooklyn e o Rio de Janeiro, não fica de fora a identidade musical do próprio MAYAM.

O vídeo integra as sessões “Ao Vivo na Montanha” e a locação só poderia ser o estúdio do selo de mesmo nome, responsável por “8”, álbum de MAYAM lançado em 2016. Além de trazer os singles “Azul Blasé” e “De Nós Dois” (com Maria Gadú), o trabalho marcou presença nas listas de melhores discos do ano passado.

O vídeo teve câmeras de Gabriel Garcia e Drika Lima, áudio gravado por Paulo Lira e MAYAM, que também assina a mixagem e edição das imagens.

Assista “Electric Feel”: https://youtu.be/oQfgRJj5OdQ


VENTRE e MAHMED se apresentam no Teatro Sérgio Porto


Os cariocas da VENTRE recebem os potiguares da MAHMED no dia 19 de maio (sexta-feira). Retornando de uma série de shows no sudeste, chegando a abrir para os gringos da BadBadNotGood, no Rio e em São Paulo, a banda do Rio Grande do Norte traz para o Rio seu som instrumental com altas doses de experimentalismo. Já a VENTRE é uma das bandas de destaque da cena independente nacional e acaba de se apresentar no Festival Bananada, um dos principais do país, arrancando elogios do público. O encontro acontece no Teatro Sérgio Porto, no Humaitá, a partir das 20h. Os ingressos custam 40 reais (inteira) e 20 reais (meia ou com nome na lista).

Sem tocar no Rio de Janeiro desde o início do ano, quando se apresentaram no Circo Voador, a banda VENTRE retorna cheia de saudades de casa. A combinação de letras intimistas com o indie rock dos anos 2000 e a psicodelia dos anos 70 são os ingredientes especiais do grupo. O power trio é formado pela voz e guitarra de Gabriel Ventura, o baixo de Hugo Noguchi, e a bateria de Larissa Conforto, a aniversariante do dia. Na apresentação, a banda toca as canções do elogiadíssimo álbum de estreia, tais como “Carnaval”, “Mulher” e “Bailarina”. Conhecidos na cena independente, além do Bananada, os músicos já se apresentaram no Do Sol (RN), Coquetel Molotov (PE), Transborda (MG), Vaca Amarela (GO), MoLA (RJ) e SIM São Paulo 2016, e muitos outros festivais pelo país.

Elogiado pela crítica, o MAHMED vem mudando o cenário da música instrumental no país. Com influência de bandas de rock alternativo, o seu som intrigante e delicado levou o grupo a se apresentar em festivais como Primavera Sound, em Barcelona; além dos festivais nacionais Coquetel Molotov (PE), DoSol (RN), Mimpi Film Fest (RJ), e muitos outros. No repertório do show, canções do seu EP mais recente "Clao, Inércia" (2016), e músicas dos aclamados "Domínio das águas e dos céus" (2013) e "Sobre a Vida em Comunidade" (2015). O grupo é formado por Ian Medeiros (bateria), Dimetrius Ferreira (guitarra), Leandro Medeiros (baixo) e Walter Nazário (guitarra e sintetizador).

A noite é apresentada pelo selo Balaclava Records, do qual as duas bandas fazem parte. O Teatro Sérgio Porto é localizado na Rua Humaitá, nº 163. O local tem capacidade para um público de 130 pessoas.


Serviço


MAHMED e VENTRE
Data: 19/05/2017 (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: Teatro Sérgio Porto
Endereço: Rua Humaitá, nº 163 - Humaitá - Rio de Janeiro/RJ
Ingresso: R$40 (inteira) l R$20 (meia ou nome no evento)
Classificação etária: Livre

FESTIVAL CORRERIA: evento toma conta da Lona de Jacarepaguá com quatro shows


A segunda edição do FESTIVAL CORRERIA leva quatro bandas que movimentam a cena carioca para mostrar seu som autoral ao público no dia 21/05 (domingo). A partir das 16h, Stereophant, Drenna, Ariella e Amsterdan mostram toda a força da música independente no palco da Lona Cultural Jacob do Bandolim, em Jacarepaguá. 


Direto de Mendes, a Stereophant retorna à sua base carioca após uma tour por São Paulo. A energia contagiante dos integrantes Alexandre Rozemberg (voz), Vinícius Tibuna (guitarra), Thiago Santos (guitarra), Bernardo Leão (bateria) e Fabrício Abramov (baixo) está presente em todos os shows, que contam com as músicas do álbum “Correndo de Encontro a Tudo” e inéditas que estarão no próximo trabalho, a ser lançado em breve.

Com dois álbuns no currículo, a Drenna é um dos nomes mais ativos do cenário, graças ao projeto Engaja Rock, que une os artistas da cena roqueira no Rio de Janeiro. Atualmente em turnê com o álbum “Desconectar”, a banda já tocou em casas tradicionais do RJ, dentre elas Teatro Odisséia e o Circo Voador; e festivais, como o Circuito Banco do Brasil. O grupo vai apresentar as músicas que embalam a carreira, entre elas “O Barco” e “Lumiar”.

Completa a programação o pop rock da Ariella, formada por Thaís Pessoa (vocal), Ilana Monteiro (baixo), Thayze Freire (teclado), Bruno Mendes (guitarra) e Alan Sousa (bateria). Entre os destaques do repertório, o single “Formas de sabedoria”. Já a Amsterdan reúne Rafael Reis (vocal), Adison Filho (guitarra), Mateus Muniz (baixo e backing vocal), Mariana Gomes (sintetizador) e Guga Peçanha (bateria), que apresentam a sua sonoridade inspirada pelo rock alternativo.


O evento tem realização do coletivo Movimente-se. Os ingressos já estão à venda online: https://www.sympla.com.br/festival-correria---2-edicao__143363


Serviço
2º FESTIVAL CORRERIA com Stereophant, Drenna, Ariella e Amsterdan
Data: 21/05/2017 (domingo)
Horário: de 16h às 22h
Local: Lona Cultural Jacob do Bandolim
Endereço: Praça Geraldo Simonard (Praça do Barro Vermelho), s/nº - Pechincha - Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$15, antecipado (https://goo.gl/XapXqE); R$20, na bilheteria
Classificação: Livre

KOMATSU: show em São Paulo está CANCELADO


O show do KOMATSU neste sábado, 20 de maio, está cancelado. A Mamute Prod em conjunto ao Stage Bar, tomaram esta drástica decisão devido à baixíssima venda de ingressos antecipados, que inviabilizou a organização mínima do evento. O dinheiro de quem comprou antecipadamente será devolvido.

Os produtores ressaltam que este caso na capital paulista é isolado e os demais shows da turnê acontecerão sem nenhuma mudança, como nesta sexta-feira, 19, em Curitiba (PR), e em Rio Claro (SP), no domingo, 21. A Mamute ainda negocia um show do KOMATSU no sábado, 20, mas em outra cidade.

Agradecemos a compreensão desta difícil e triste decisão. Qualquer dúvida, podem procurar a Tedesco Comunicação & Mídia para maiores detalhes.

HEAVY METAL ONLINE: o Metal resgatando nossa história



E o HEAVY METAL ONLINE não para! O programa novamente nos surpreendeu positivamente com seu novo documentário. Desta vez o projeto contou com bandas nacionais que abordam, em suas letras e sonoridades, a miscigenada cultura brasileira.

Apresentando as bandas Natural Hate, Arandu Arakuaa, Voodoopriest, Cangaço, Tupi Nambha e Hate Embance, Clinger Carlos Teixeira e o HEAVY METAL ONLINE abordaram nesta edição as origens dos grupos supracitados, bem como suas influências, métodos de composição lírica e instrumental, embasamentos históricos para os conceitos das artes abordadas e muito mais. Confira:



Assista outros documentários do HEAVY METAL ONLINE: https://www.youtube.com/playlist?list=PLbRUfoNTDphMhE9iWxNbEjQ7SvMuuUTV-

Para conferir os programas anteriores: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/videos


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FACES OF HATE COMPILATION: Já está disponível a 6ª edição a coletânea, baixe agora!


Já está disponível a 6ª edição da “Faces Of Hate Compilation”, organizada pela Tornhate Records.

Nesta tiragem, totalmente gratuita, a compilação traz para os amantes da música extrema 16 bandas, nacionais e internacionais, dentre elas IMPERIOUS MALEVOLENCE, MALKUTH, ASKE, ARMUM, PANDEMMY, FUSILEER, TORTURIZER, OBSCURITY VISION e muito mais. Confira, abaixo, o cast completo das bandas participantes:


A “FACES OF HATE COMPILATION” também dispõe de um excelente trabalho gráfico, agregando ainda mais qualidade ao material apresentado. Clique no link a seguir e faça o download GRATUITO agora mesmo: https://goo.gl/IOIpvE

Baixe também as edições anteriores: http://www.tornhaterecords.com/page/239729-Faces-of-Hate

Contato de assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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KHROPHUS: “Spreading The Madness Tour” ganha boa projeção internacional neste segundo semestre


A turnê de divulgação para o atual álbum, “Eyes Of Madness”, da banda catarinense KHROPHUS, intitulada “Spreading The Madness Tour” inicia o segundo semestre de 2017 extremamente positiva para o grupo, tomando inclusive, projeção internacional.

A banda já havia se apresentado na Argentina no início deste ano em data única, porém agora a passagem será um pouco mais extensa, onde o KHROPHUS desembarcará em três países – Bolívia, Argentina e Paraguai – para oito apresentações. A segunda metade de 2017 também marcará, para a turnê, sua segunda apresentação no ano ao lado do mundialmente reconhecido Krisiun, além de passar pelos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e, é claro, Santa Catarina.


Ao todo, o KHROPHUS já soma um total de vinte e dois shows em 2017, que, ao final do mesmo, se somará as datas da turnê completa para confecção de uma bonita camiseta que será comercializada ao público.

Confira datas de 2016: http://bit.ly/KhrophusSMT2016

Produtores interessados em levar a “Spreading The Madness Tour” para seus respectivos eventos podem escrever para contato@sanguefrioproducoes.com ou khrophus@hotmail.com e solicitar um orçamento.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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PSYCHOTIC EYES: artista-plástica Nua Estrela assina capa de disco acústico de death metal



Violões e vocais guturais! Essa é a receita minimalista, porém ousada, de "Olhos Vermelhos", o primeiro disco acústico de death metal da história que o PSYCHOTIC EYES lança ainda no primeiro semestre de 2017.

"Olhos Vermelhos" já está todo gravado e segue em processo de mixagem no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP sob produção de Humberto Belozupko. O trabalho reunirá duas faixas inéditas, “Memento Mori” e "Olhos Vermelhos" - baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto. Também farão parte do álbum, em novos arranjos, "The Hand of Fate" - música presente no álbum de estreia - além de "Life" e "Dying Grief", ambas de "I Only Smile Behind The Mask" (2011). 

Se gravar um disco acústico de death metal já não fosse subversivo demais para a ala dos conservadores da comunidade metal, o que dizer sobre a capa de "Olhos Vermelhos", uma obra assinada pela artista plástica gaúcha Nua Estrela.

“Conheci o trabalho da Nua Estrela no mesmo dia em que fizemos o primeiro show acústico de death metal da história”, conta o vocalista e guitarrista/violonista, Dimitri Brandi. “Era o evento de lançamento da revista "Gatos & Alfaces", que vinha acompanhada de um CD chamado "Ainda Respira", que trazia bandas que mostravam que o rock brasileiro ainda estava vivo. O PSYCHOTIC EYES era uma delas, aparecíamos na coletânea com a faixa "Life". O organizador do evento e editor da revista era o Barata Chichetto, poeta com quem temos uma amizade e admiração de longa data. Ele armou um evento sensacional, que misturava música, poesia, literatura e artes plásticas. Havia uma exposição de trabalhos da Nua Estrela, que me chamaram muita atenção. Depois reparei que a capa da revista também era dela. O trabalho impressionava pela agressividade e sensualidade das imagens, sempre retratando o corpo feminino de uma maneira muito real e particular. Algo que realmente emociona. Vi o trabalho dela no Facebook e deparei com a arte que vai ilustrar nosso EP "Olhos Vermelhos". Era perfeita, parecia que tinha sido feita pensando na música, que aliás tem letra do Barata, em português. Entrei em contato com ela e perguntei se ela gostaria e poderia ceder a imagem para ser capa do disco. Ela adorou a ideia, nunca tinha trabalhado com uma banda antes.” 

A capa de "Olhos Vermelhos", enquanto pintura, é uma retórica muda. Ela transmite aos olhos do observador tudo o que o PSYCHOTIC EYES se propõe com esse trabalho. De forma que sua concepção original será mantida, o PSYCHOTIC EYES não incluiu logotipo e nem título do trabalho na imagem. Além de preservar a subjetividade e concepção original da obra de Nua Estrela, "Olhos Vermelhos", enquanto obra de arte, passa a ser uma “unidade pluralista”, ao colocar em diálogo a música extrema e as artes plástica. Não obstante, a ausência de um logotipo evita a mercantilização de uma obra de arte.

“Eu achei sensacional usar, como capa de um disco, um quadro que não foi pintado com essa finalidade”, acrescenta Dimitri. “A imagem fala por si, mas não tem nada a ver com capas de discos de rock. Ao meu ver, tanto a pintura como todo essa ideia e concepção, representa algo diferente, inusitado e inovador.”

Datas de lançamento, formatos e plataformas de distribuição de "Olhos Vermelhos" serão divulgados em breve. 

Um vídeo com trecho das gravações de “Olhos Vermelhos” já havia sido divulgado pelo grupo: https://youtu.be/V-6xJIGFA8M


Mais Informações: 


Fonte: Som do Darma
Gestão de Carreira e Press Release
A/C Eliton Tomasi